Caso da garrafa de água contaminada com detergente chega a tribunal 12 anos depois.
Realiza-se hoje, o julgamento do caso da garrafa de água com detergente. O processo arrasta-se há 12 anos. Foi interposto por um médico-dentista que sofreu várias lesões depois de ingerir parte de uma garrafa de água que se provou conter detergente para a louça.

FONTE: As informações abaixo são do site www.jovempan.com.br, data 28/11/2007.

Água mineral: 1 em cada 3 galões tem micróbios
Análises rotineiras comprovam que 1 em cada 3 galões de água mineral apresenta irregularidades, na maioria das vezes, contaminação por bactérias. Em São Paulo, as amostras são colhidas nos pontos de venda e analisadas pelo Instituto Adolfo Lutz. Os resultados revelam a presença de micróbios que podem causar doenças, entre os microorganismos mais encontrados estão os coliformes fecais.

Conheça as principais causas da contaminação da água mineral e como comprar com segurança.
Pegar o telefone com um conhecido e encomendar galões de água mineral é o método mais usado pelos consumidores, mas há o risco de comprar água contaminada, ainda que seja de marca conhecida. Segundo o diretor de alimentos da Vigilância Sanitária, William César Latorre, as grandes empresas que trabalham com água mineral têm, geralmente, mais condições de fazer a assepsia dos galões, mas tudo o que foi feito na indústria pode ser posto a perder por estocagem inadequada. Por ser retornável, o galão passa por um processo delicado de limpeza, mas há o problema da contaminação no ponto de venda, conforme ressalta o diretor da Associação Brasileira da Indústria de Água Mineral, Ricardo Signorelli.. Eles destacam que é necessário atenção ao transporte do produto e que a exposição ao sol prejudica a qualidade da água e dificulta a assepsia dos galões. Também há o problema dos clandestinos, que aproveitaram o crescimento do mercado para vender água em galões, muitas vezes, sem nenhuma condição de higiene.

Gestantes que consomem água clorada têm um risco maior de dar à luz bebês com problemas no coração, lábio leporino e defeitos no cérebro, sugere um estudo realizado com crianças em Taiwan.
De acordo com os pesquisadores da Universidade de Birmingham, na Grã-Bretanha, a exposição pré-natal aos derivados do cloro, conhecidos como trialometanos e que se formam no contato com a água, pode dobrar as chances de crianças terem defeitos de nascimento.
Para chegar aos resultados, os cientistas analisaram 400 mil crianças chinesas e compararam o nível de exposição aos derivados do cloro com a presença de 11 dos defeitos e nascimento mais comuns.
Segundo o estudo, a exposição a 20 microgramas de trialometano por litro de água provocou um aumento de 50% a 100% nas chances de as crianças nascerem com três defeitos considerados comuns: lábios leporinos, anencefalia (cérebro nasce sem o encéfalo) e septo ventricular (furos no coração).
Mecanismos
Apesar de terem analisado água clorada com diferentes concentrações de cloro (alta, média e baixa), os cientistas não encontraram nenhuma relação entre o nível de exposição e a prevalência de um defeito específico.
Entretanto, os pesquisadores afirmam que a exposição maior do que 5ug/L aumenta de maneira significativa os defeitos mencionados no estudo.
"Os mecanismos biológicos que fazem os derivados do cloro causarem defeitos nos bebês ainda são desconhecidos", explica Jouni Jaakkola, principal autor do estudo.
"No entanto, nossas descobertas não apenas reforçam a teoria de que a água clorada pode causar defeitos de nascimento, mas sugere que a exposição aos derivados do cloro pode ser responsável por defeitos comuns e específicos", afirmou.
De acordo com Jaakkola, apesar dos benefícios da clorificação da água, é necessário que mais pesquisas sejam desenvolvidas para avaliar os efeitos colaterais desse processo.
A pesquisa sobre o impacto da exposição ao cloro na gravidez está publicada na edição e junho da revista científica Journal of Environmental Health.
Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil
Fonte: BBC - Publicada em 03/06/2008 às 10h35m

Falta de uma lei que regularmente os galões de água mineral pode prejudicar a qualidade até mesmo de grandes marcas.
A norma que padroniza os galões utilizados no comércio de água mineral espera há anos para virar lei e, enquanto isso, cada empresa produz embalagens do tamanho mais conveniente. As diferenças estão em detalhes milimétricos, mas fundamentais para garantir a eficácia do processo de higienização. Desde 96, os empresários tiveram audiências com órgãos do governo tentando conseguir uma lei sobre o assunto, mas até agora tudo continua do mesmo jeito. A contaminação dos galões por agentes como poeira e bactérias causa problemas aos consumidores principalmente no verão. As principais reclamações são sobre presença de sujeira na água em embalagens fechadas - galões na maioria das vezes - e não existe uma marca específica com maior número de reclamações. Verificar as condições do galão é fundamental para não beber água contaminada com microorganismos que não são vistos a olho nu: é importante observar que o plástico do galão seja totalmente transparente - os foscos são mais baratos, mas não podem ser usados; e a boca deve formar um círculo perfeito, não podendo ser oval nem ter ondulação.

O Problema da água de Porto Alegre
Deixou de ser um de ser uma questão para um futuro próximo, já é uma questão do presente. Quanto pior a qualidade da água captada maior o custo de produção da água tratada.
Leia os tópicos completos: http://www.ongportoalegre.com/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=32


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